
terça-feira, 21 de julho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
HIPERTIREOIDISMO
Conjunto de sinais e sintomas decorrentes do excesso de hormônios da tireóide.
Como se desenvolve ?
Os sintomas ocorrem em decorrência do excesso de funcionamento da glândula tireóide ou da ingestão dos hormônios da tireóide.
Entre as diversas causas do aumento de funcionamento da tireóide, as mais importantes são:
bócio difuso tóxico (Doença de Basedow-Graves)
bócio multinodular tóxico e
bócio uninodular tóxico (Adenoma Tóxico)
O bócio difuso tóxico é uma doença auto-imune na qual o organismo produz anticorpos que estimulam a produção e a liberação de hormônios pela tireóide, podendo estar associado a outras doenças auto-imunes.
O bócio multinodular tóxico em geral é uma moléstia de evolução lenta na qual ocorre proliferação de diversos folículos da glândula, formando diversos nódulos, algumas vezes volumosos e visíveis.
Os adenomas são nódulos únicos, em geral com mais de 3 cm de diâmetro, que produzem em excesso os hormônios da tireóide.
sábado, 30 de maio de 2009
Hipertireoidismo Subclínico
quinta-feira, 21 de maio de 2009
TIREÓIDE/ TIRÓIDE e os alimentos que mantem seu bom funcionamento!
A tireóide é uma glândula em forma de borboleta posicionada sobre a traquéia e logo abaixo da laringe, produz triiodotironina e tiroxina, hormônios que influenciam em quase todas as funções do corpo.
Estes hormônios regulam o metabolismo, o desenvolvimento físico e mental, as funções nervosas e musculares e a circulação. Os hormônios da tireóide também influenciam a ação de outros hormônios; por exemplo, eles intensificam a ação da insulina e a resposta do organismo aos hormônios adrenais que são fundamentais no combate ao estresse.
A tireóide precisa de um nutriente específico, o iodo, para produzir seus hormônios. Tanto o excesso como a carência de iodo podem levar ao mau funcionamento da tireóide. O bócio é uma tireóide de crescimento anormal, característico pelo inchaço da parte inferior do pescoço.
Se a tireóide não estiver funcionando corretamente, ela pode produzir muito hormônio tireoidiano, o que faz com que os sistemas do corpo se acelerem. Tal fenômeno é chamado de “hipertireoidismo”. Ou então pode produzir pouco hormônio tireoidiano, o que faz com que os sistemas do co.rpo reduzam sua atividade, o que se denomina de “hipotireoidismo”.
No hipertireoidismo as pessoas tendem a ser nervosas e trêmulas. Seu metabolismo é acelerado e elas experimentam uma fome incomum, perda de peso, fraqueza muscular e taquicardia, entre outros sintomas. Elas sentem um calor insuportável e transpiram excessivamente.
O tratamento é voltado para a causa e envolve a redução de produção do hormônio pela ingestão de iodo radioativo ou de medicamento anti-tireodismo ou por cirurgia para remover toda ou parte da tireóide.
OBS - A tireóide fica super estimulada, levando mais tarde à sua exaustão, quando há uma ingestão “exagerada” de açúcar, café e de álcool.
Para previnir preparamos uma lista com alimentos que consumidos fortalecem a tireóide!
Fonte de magnésio:Alfafa, Amêndoas, Maçãs, Pêssegos, Abacate, Castanha do Pará, Arroz integral, Salsão, Figo, Peixe, Salsa e Uvas!
Fonte de cálcio:Brócolis, Couve flor, Couve manteiga, Semente de gergelim, Lentilha, Semente de girassol, Tahine
Fonte de potássio:Damasco, Banana, Cenoura, Salsa, Ervilhas, Salmão, Sardinha, Espinafre, Cereais integrais
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Tireoidite pós-parto
domingo, 12 de abril de 2009
Selênio reduz problemas na tireóide durante a gravidez e o pós-parto
Foram avaliadas 2.143 grávidas, sendo que metade recebeu selênio por 12 meses (durante a gravidez e no pós-parto) e a outra metade não. O resultado concluiu que as mulheres que tomaram o mineral reduziram em três vezes as chances de desenvolverem tireoidite, uma inflamação na glândula.
De acordo com Maria Fernanda Barca, endocrinologista do Hospital das Clínicas, o selênio é um tipo de antiinflamatório que pode ajudar no controle da tireóide. "Na gravidez, a imunidade da mulher cai para o organismo não rejeitar o bebê. Depois do parto, as defesas voltam ao normal causando, na maioria das vezes, o hipertireoidismo. O selênio ajuda a controlar esses anticorpos para não chegar ao ápice e desenvolver o problema", diz Maria Fernanda. O mineral pode ser encontrado na castanha-do-pará, frutas secas e em cápsulas, com recomendação médica.
sábado, 28 de março de 2009
AUTO-EXAME
| AUTO-EXAME |
| Pegue um espelho e um copo com água. Olhando no espelho, procure a tireóide na região logo abaixo do gogó. |
| Incline a cabeça para trás e beba um gole d'água. Veja sua tireóide subindo e descendo. | |
| Observe se existe algum aumento ou saliência na tireóide. Repita até ter certeza |
segunda-feira, 23 de março de 2009
Cuidado com a glândula "esquentadinha"
Cuidado com a glândula "esquentadinha"
ADRIANA RESENDE
da Folha Online
Reprodução
Partes do corpo afetadas pelo hipertireoidismo
Irritação, mau humor incontrolável, insônia, perda de peso e ansiedade? Parece que seus olhos estão pulando para fora? Cuidado, se você apresenta alguns desses sintomas juntos, você pode estar com problemas na glândula tireóide.
A tireóide é responsável pelo bom funcionamento do metabolismo humano, por meio dos hormônios que produz. Esses hormônios são popularmente conhecidos como T3 e T4. Sua disfunção pode causar diferentes tipos de doença, entre elas, o mau humor crônico.
Estima-se que 5% da população mundial apresente alguma anormalidade da glândula. As anomalias são mais comuns em mulheres do que em homens.
Mas as alterações de humor – que atingem cerca de 80% das pessoas com desregulação na tireóide - diferem de acordo com a anormalidade dos hormônios. Se há uma produção em excesso, o chamado hipertireoidismo, a pessoa fica mais sensível e irritadiça. O hipotireoidismo, ao contrário, pode causar apatia e depressão.
Efeitos mais graves ocorrem raramente, em menos de 1% dos casos. Nessas situações, o paciente pode apresentar sintomas de paranóia e até de loucura.
O excesso
Hipertireoidismo é uma doença que ocorre devido à produção em excesso dos hormônios da tireóide, que também pode ocorrer artificialmente, por meio de doses de medicamentos.
Ele ocorre, geralmente, em dois casos - a hiperfunção difusa (doença de Basedow-Graves) e os tumores glandulares. Os sintomas são semelhantes. Podem ocorrer grande excitação, taquicardia, perda de apetite e de peso, aumento da transpiração. A diferença é que o hipertireoidismo de origem tumoral não causa saliência dos olhos como acontece na doença de Basedow-Graves.
Essa anomalia é a forma mais comum de hipertireoidismo. É causada por problemas com o sistema imunológico e tende a ocorrer na mesma família. Também podem ocorrer tireoidites, inflamações na glândula, ou nódulos, que provocam inchaço na região do pescoço.
A frequência do hipertireoidismo é maior em mulheres. A doença afeta cerca de 2% de todas as mulheres. Isso representa uma incidência entre cinco e dez vezes maior em mulheres do que em homens. Em geral, a idade em que a doença surge com mais frequência é dos 30 aos 50 anos.
O tratamento pode ser feito com medicamentos, terapia com iodo radioativo ou extração parcial da glândula. Quando há um grande crescimento da glândula, que pode ocorrer em função de pequenos caroços, em geral, benignos, é aconselhada a cirurgia para a retirada desses nódulos, se eles não diminuírem com o uso do iodo.
Fontes: Alfredo Halpern, presidente do Grupo de Obesidade e Doenças do Metabolismo do Hospital das Clínicas (HC) e do Hospital Albert Einstein; a endocrinologista Janete Pereira de Moura (tels. 0/xx/11/257-5461 ou 0/xx/11/484-8511 _aos sábados); Marcello Bronstein, endocrinologista e professor livre-docente do HC e da faculdade de medicina da USP; João Hamilton Romaldini, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e coordenador do curso de pós-graduação em endocrinologia e clínica médica da PUC-Campinas (tel. 0/xx/11/5051-3999); site da PUC-PR; site do dr. Wesley Pereira dos Santos no portal Maringá Saúde; Clínica Endocrinologia; e site Saúde Total
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
A tireóide é uma glândula localizada na parte anterior do pescoço e produz os hormônios T3 (tiiodotironina) e T4 (tiroxina) que atuam em todo o nosso organismo, regulando o crescimento, digestão e o metabolismo.Quando a tireóide não está funcionando adequadamente pode liberar hormônios em excesso (Hipertireoidismo ) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo). De maneira geral, quando a glândula está hiperfuncionante ocorre uma aceleração do metabolismo em todo organismo.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Hipertireoidismo
O hipertireoidismo é mais comum em mulheres, geralmente na faixa entre os 20 e os 40 anos. Os sintomas podem ser assustadores, principalmente se a pessoa afetada não tem idéia do que está acontecendo a ela.Pessoas com hipertireoidismo têm excesso de hormônio tireoidiano porque sua tireóide produz mais hormônios que o normal. Isso faz com que todos os processos do corpo funcionem de forma acelerada. O diagnóstico de hipertireoidismo é feito através de exames de sangue, com a dosagem dos hormônios tireoidianos (T3 e T4, que se encontram aumentados) e do hormônio que regula a tireóide, o TSH (que se encontra diminuído).Alguns dos sintomas são:
- fraqueza muscular - dificuldade em subir escadas ou levantar coisas pesadas;- tremores nas mãos;- batimentos cardíacos acelerados (taquicardia);- fadiga e cansaço fácil;- perda de peso importante, mesmo alimentando-se de forma normal;- fome excessiva;- diarréia ou aumento do número de evacuações;- irritabilidade, agitação, ansiedade;- insônia;- problemas nos olhos (irritação, ardência ou dificuldades para enxergar);- irregularidade menstrual;- suor excessivo e sensação de calor exagerado;- infertilidade.
Quais são as causas do hipertireoidismo?
A causa mais comum de hipertireoidismo é a chamada Doença de Graves (lê-se: “greives”), que recebeu esse nome em homenagem ao médico que a descreveu em 1835, Dr. Robert Graves. Essa doença ocorre quando o sistema imunológico (sistema de defesa do organismo) começa a produzir anticorpos que atacam a própria glândula tireóide. Esses anticorpos exercem um efeito semelhante ao do hormônio que regula o funcionamento da tireóide, o TSH, e levam ao crescimento e ao funcionamento exagerado da glândula. É freqüente o acometimento familiar na doença de Graves, atingindo mais de um membro da mesma família. Um dos sintomas mais dramáticos da doença de Graves pode ser a alteração dos olhos que acontece junto com o hipertireoidismo. Quando isso acontece, a pessoa pode ter um inchaço atrás dos olhos que os empurra para a frente, fazendo com que estes fiquem parecendo maiores e mais saltados. Muitas vezes os olhos ficam constantemente irritados e vermelhos. Pode acontecer piora da visão.Outras causas de hipertireoidismo são:- alguns nódulos de tireóide (leia mais sobre nódulos tireoidianos clicando aqui)- bócio multinodular, uma doença que acontece em pessoas mais idosas, geralmente com tireóides aumentadas há muitos anos;- tireoidite subaguda, que é a inflamação dolorosa da tireóide, devido a uma infecção viral que destrói parte da tireóide e lança no sangue o hormônio que estava armazenado dentro da glândula. A inflamação melhora espontaneamente dentro de alguns dias ou semanas, e o hipertireoidismo também melhora;- tireoidite linfocítica e tireoidite pós-parto: são tipos de inflamação indolor da tireóide que podem levar a uma descarga de hormônios tireoidianos no sangue e a um hipertireoidismo de curta duração;- ingestão de hormônio tireoidiano em excesso, para tratamento de hipotireoidismo ou como componente de outras medicações (por exemplo, “fórmulas” para emagrecer).
Como é tratado o hipertireoidismo?
Vários tipos de tratamento podem ser usados no controle do hipertireoidismo, dependendo da causa em questão.O tratamento pode ser feito com medicamentos. Os mais usados são os antitireoidianos, que agem diminuindo a produção de hormônio pela tireóide. Existem dois medicamentos desse tipo: o metimazol (Tapazol) e o propiltiouracil. No caso da doença de Graves, o tratamento pode ser feito com o uso de uma dessas medicações, geralmente por um tempo prolongado (um a dois anos, ou até mais), obtendo a normalização do funcionamento da tireóide, mesmo após a interrupção do medicamento, numa boa parcela dos pacientes. No entanto, o hipertireoidismo pode voltar, meses ou anos após a interrupção da medicação. Em outros tipos de hipertireoidismo, os antitireoidianos são comumente usados por alguns meses, até a normalização dos níveis de hormônios tireoidianos (T3 e T4) no sangue, e depois o paciente é encaminhado com segurança para outras formas de tratamento (tratamento definitivo).Outro tipo de medicamento que pode ser usado são os chamados beta-bloqueadores, que são drogas que não bloqueiam a produção de hormônios tireoidianos mas controlam muitas das suas manifestações, como os batimentos cardíacos acelerados, os tremores, a ansiedade e o calor excessivo.Quando os medicamentos não são suficientes para o controle do hipertireoidismo (como no bócio multinodular, nódulos tireoidianos ou na doença de Graves que não é adequadamente controlada apenas com medicação), o paciente é encaminhado para alguma forma de tratamento definitivo. Existem duas formas de tratamento definitivo: a cirurgia (removendo parte ou toda a tireóide) e o iodo radioativo (ou radioiodo).
O que é o iodo radioativo e como funciona?
A tireóide é praticamente o único órgão do corpo que retém iodo. Assim, formas radioativas do elemento iodo podem ser utilizadas com segurança para tratar o hipertireoidismo, já que vão liberar radiação apenas para a tireóide. O resultado final é a destruição parcial ou total da glândula, como se a tireóide tivesse sido “queimada”. A resposta ao tratamento pode demorar um pouco (entre 6 a 18 semanas), mas o iodo radioativo leva ao controle adequado do hipertireoidismo na grande maioria das vezes, inclusive com redução de tamanho da tireóide quando esta se encontra aumentada de volume. O tratamento com iodo é feito por via oral, em dose única, e algumas vezes requer o isolamento do paciente em um quarto com paredes à prova de radiação (para evitar danos a outras pessoas), portanto é um tratamento seguro e muito eficaz.Entretanto, já que o iodo radioativo pode destruir também a parte normal da tireóide, é bastante comum que as pessoas tratadas dessa forma passem a apresentar hipotireoidismo, ou seja, níveis baixos de hormônios da tireóide e todas as suas conseqüências. Isso não impede que o iodo radioativo seja muito utilizado, visto que é preferível que o paciente tenha hipotireoidismo a hipertireoidismo, pois o hipotireoidismo tem um tratamento muito mais simples e fácil, e permite uma vida completamente normal sem grandes riscos.


